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IV JORNADA MONTEIRO LOBATO
FFLCH/Universidade de São Paulo – Universidade Federal do Mato Grosso do Sul – Campus Três Lagoas

Três Lagoas-MS - 2022

 

 

COMISSÃO ORGANIZADORA
 

Coordenação

Prof. Dr. John Milton – Universidade de São Paulo (USP)

Profa. Dra. Vanete Santana-Dezmann – Volkshochschule - Neuss (VHS)
Profa. Dra. Amaya O. M. de A. Prado – Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS-CPTL)


DEMAIS ATIVIDADES
Ana Paula Negrão Ferreira
Ms. Michele L. Rocha
Dr. Silvio Tamaso D’Onofrio
Taís Diniz Martins

 

 

 

PROGRAMAÇÃO


CONFERÊNCIA DE ABERTURA
Quinta-feira, 20 de outubro, das 20:30 às 22:00 horas (horário de Brasília).

O pensamento político de Monteiro Lobato

CONFERENCISTA
Dr. Elton Gomes dos Reis

INSTITUIÇÃO
Fundação Biblioteca Nacional


 

 

 

 

 

 

 

Elton Gomes dos Reis possui Bacharelado em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Pernambuco (2006), Mestrado em Ciência Política (2009) e Doutorado em Ciência Política (2015) pela mesma instituição. Atualmente é Coordenador Geral de Pesquisa e Editoração da Fundação Biblioteca Nacional (FBN), coordenador da Pós-Graduação em Relações Internacionais com Ênfase em Diplomacia Econômica (IPERID/ NOVA ROMA) e Senior Fellow do Instituto de Pesquisas Estratégicas em Relações Internacionais e Diplomacia (IPERID). Tem experiência na área de Ciência Política, com ênfase em Política internacional, atuando principalmente nos seguintes temas: análise de política externa, política externa brasileira, Teoria das Relações Internacionais, Relações Diplomáticas e Consulares, política comparada, integração regional, Mercosul, organizações políticas internacionais, Soft balancing e política externa das potências regionais emergentes, paradiplomacia e inserção internacional. Possui também experiência no campo da análise de conjuntura política, principalmente nos seguintes temas: presidencialismo de coalizão brasileiro, relações Executivo Legislativo, partidos políticos e eleições, judicialização da política, federalismo e alianças políticas.

CV: http://lattes.cnpq.br/7039083349183840
Contato: elton.reis@bn.gov.br

 

 

 

CICLO DE PALESTRAS “LOBATO NA ESCOLA”
Quinta-feira, 20 de outubro, das 9:00 às 12:00 horas (horário de Brasília).

 


PALESTRA 1
de 09:25 a 09:50

A boneca que se fez homem: a humanização de Emília na obra infantil de Monteiro Lobato

PALESTRANTE
Ana Paula Negrão Ferreira

INSTITUIÇÃO
Universidade de São Paulo

 


 

 

 

 

 

 

 

 

Ana Paula Negrão Ferreira é graduanda em Letras (Português e Alemão) na Universidade de São Paulo. A partir do interesse pela obra de Monteiro Lobato, realizou pesquisa de iniciação científica sobre a evolução física e psicológica da personagem Emília ao longo das estórias do Pica-pau Amarelo e, atualmente, prepara-se para iniciar um mestrado em Letras. Integra a equipe de pesquisa do Observatório Lobato.

CV: http://lattes.cnpq.br/0963031045111697
Contato: ana.negrao.ferreira@usp.br

Resumo: A personagem mais conhecida da obra infantil de Monteiro Lobato, Emília, é também a única que passa por uma evolução física e psicológica ao longo das narrativas. Começando como a desajeitada boneca de pano de Narizinho, a partir do aprendizado e experiências alcança a forma humana em A chave do tamanho, sendo a personagem mais valorizada das estórias e também a mais complexa (COELHO, 1983). A partir da junção entre o maravilhoso e o científico, a evolução de Emília possibilita diversas perspectivas de análise e relações com outras obras da literatura infantil mundial, como Alice no País das Maravilhas, de Carroll, e Pinóquio, de Collodi. De Reinações de Narizinho a Histórias diversas, Emília edifica seu protagonismo, por meio de uma construção coesa que ajuda a desvelar o projeto artístico do autor. 

 

PALESTRA 2
de 10:10 a 10:35

Purezinha, a obra e a imagem de Monteiro Lobato

PALESTRANTE
Profa. Dra. Raquel Endalécio Martins

INSTITUIÇÃO
Universidade Federal de Roraima

  

 

Raquel Endalécio Martins é licenciada em Letras Português e Inglês e bacharel em Letras Edição pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, mestre pelo Programa de Culturas e Identidades Brasileiras no Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo e doutora em Letras pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. É professora, tendo lecionado na educação básica e superior. Já trabalhou em escolas públicas e privadas, além de editoras, preparando materiais didáticos e de literatura infantil. Atualmente é professora efetiva de Língua Portuguesa e Literatura nos cursos de Licenciatura em Educação do Campo da Universidade Federal de Roraima (UFRR) e integra a equipe de pesquisa do Observatório Lobato. A pesquisa sobre a vida de Purezinha e sua presença na carreira do escritor é seu atual foco de pesquisa no Observatório Lobato, pois entende que há muita informação e documentação a serem analisadas, uma vez que os resultados preliminares apontados em sua tese indicam que ela mais que influenciou o marido; tomou ela mesma a frente de muitos projetos e gerenciou toda a carreira do escritor depois de 1948, quando ele morre.

CV: http://lattes.cnpq.br/3055428592684018
Contato: raquelnunes.endalecio@gmail.com

 

Resumo: Maria da Pureza de Gouvêa Natividade (1885 -1959) foi esposa de José Bento Monteiro Lobato (1882 - 1948); Purezinha (assim chamada em família), apesar de companheira de Lobato, se mantinha quase sempre no anonimato e foi assim até a morte do marido, quando – então – passou a gerenciar a carreira dele como sua herdeira, ao lado de Ruth, a filha caçula do casal. A presente comunicação trata do papel assumido por ela após a morte do escritor, papel este que pode ser entendido em duas frentes: gerenciando a circulação de obras do marido (novas edições, traduções, direitos autorais); e apoiando iniciativas que homenageavam a memória de Monteiro Lobato – como a criação da Semana Monteiro Lobato em Taubaté. Esta comunicação apresenta resultado parcial da tese “Um perfil de Maria da Pureza Monteiro Lobato”, orientada pela Profª Drª Marisa Lajolo e defendida por mim em 2018 na Universidade Presbiteriana Mackenzie em São Paulo – SP.

 

PALESTRA 3
de 10:55 a 11:20

Monteiro Lobato para além das fronteiras brasileiras: uma análise de Las viejas Fábulas

PALESTRANTES
Ms. Michele Lima Rocha e Prof. Dr. João Pedro Pezzato

INSTITUIÇÃO
Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” – UNESP

 

 

 

 

 

 

 

 


 

Michele Lima Rocha é doutoranda em Educação na área de Linguagem - Experiência - Memória - Formação pela Unesp, no campus de Rio Claro, mestra em educação pela mesma instituição (2013) e pedagoga (2008) pela Universidade Estadual de Londrina (UEL). É facilitadora da UNIVESP e professora dos anos iniciais do Ensino Fundamental e da Educação Infantil na Prefeitura Municipal de Rio Claro-SP. Integra a equipe de pesquisa do Observatório Lobato.

CV: http://lattes.cnpq.br/4659425944436858
Contato: misaionara@yahoo.com.br


João Pedro Pezzato é Professor Associado no Departamento de Educação da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP). Tem Doutorado e Mestrado em Educação pela Universidade de São Paulo (USP - 2001/1991). Fez graduação no curso de Geografia, Licenciatura e Bacharelado, na UNESP (1987). Entre 2010 e 2011 realizou Pós-Doutorado na Universidade de Santiago de Compostela (USC), na Espanha. É livre-docente pela UNESP na disciplina Fundamentos de Prática de Ensino, na área do Ensino de Geografia. Atua nos Programas de Pós-Graduação em Educação (IB/Depto de Educação) e de Pós - Graduação em Geografia (IGCE/Depto de Geografia). É editor chefe e membro do corpo editorial da Revista Educação: Teoria e Prática do mesmo Departamento de Educação. Coordena o Grupo de estudos Linguagem, Experiencia, Memória e Formação, credenciado ao CNPq, e participa do Grupo de estudos e pesquisa denominado Representações, Aprendizagem, Leitura e Escrita (GEPRALE). Entre os principais temas de pesquisa, destacam-se: Ensino de Geografia, Memória e didática da Geografia, História das disciplinas escolares e Currículo.

CV: http://lattes.cnpq.br/0103740032546294
Contato: joao.pezzato@unesp.br

Resumo: Monteiro Lobato, após grande êxito no Brasil, expandiu suas projeções publicando em editoras da Argentina traduções de suas obras que, posteriormente, foram difundidas em outros países do Continente Americano. Entre as escritas publicadas em língua espanhola escolhemos como objeto deste trabalho a obra Las viejas Fábulas e tivemos o objetivo de analisá-la de maneira comparada com sua obra originária, Fábulas, de modo a verificarmos que elementos adaptativos foram contemplados na tradução. O estudo foi produzido a partir da abordagem qualitativa e foi realizado por meio de pesquisa bibliográfica e documental. Temos três principais apontamentos como resultados: o primeiro refere-se às indicações de que os livros de Lobato circularam e circulam em diversos países da América Latina que têm o espanhol como língua oficial, o que demonstra a boa aceitação dos escritos fora do Brasil; o segundo é a indicação de alguns registros de depoimentos espontâneos de leitores famosos e anônimos, os “hijos de Lobato”, os quais carregam marcas significativas e afetivas da literatura do autor da infância à idade adulta; e, o terceiro é o apontamento de que Las viejas fábulas contempla alguns elementos da língua, da natureza e da cultura que foram articulados para que a obra proporcionasse, por meio de adaptações, proximidades com o contexto dos leitores de língua espanhola, além também de apresentar com naturalidade elementos brasileiros, indicados com notas explicativas. As alterações ocorridas em Las viejas Fábulas nos revelam que a obra possibilitou o encontro de elementos culturais de países diferentes, originando uma produção hibrida que atraiu os pequenos leitores estrangeiros para as diversas possibilidades da leitura. Diante dos resultados apresentados, entendemos que a literatura de Lobato passou a reunir características “continentais”, sendo levada para além das fronteiras brasileiras.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

CONFERÊNCIA DE ENCERRAMENTO
&
DEBATE

Sexta-feira, 21 de outubro, das 09:00 às 13:00 horas (horário de Brasília).

"A recepção de Lobato nas curvas do tempo"

CONFERENCISTA
Prof. Dr. José Carlos Sebe Bom Meihy

 

 

 

 

 

 

 

 


 

José Carlos Sebe Bom Meihy formou-se História e Direito na Universidade de Taubaté. Doutorou-se em História Social pela USP em 1975, ano em que iniciou sua carreira docente concluída como Professor Titular. No Departamento de História da Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas atuou como professor de História Ibérica, desenvolvendo pesquisas sobre a montagem do império colonial e mais tarde com trabalhos sobre o envolvimento da América Latina na Guerra Civil Espanhola. A cultura popular sertaneja, a imigração para o interior de São Paulo, o trânsito cultural identitário e as relações de classe em sociedade em transição de polos agrícolas para industriais foram alguns dos assuntos estudados. Dedicou-se também a trabalhos ligados à relação entre História e Literatura, em particular a Monteiro Lobato e a Carolina Maria de Jesus. A atenção voltada à problemática social levou-o a pensar em alternativas abrangentes de estudos contemporâneos enfocando gênero, racismo, tráfico de pessoas e segmentos em situação de risco. Aspectos ligados à memória se impuseram como matéria de pesquisa, assim como as relações entre documentos escritos e oralidade. Atuou como professor/pesquisador visitante em diversas universidades no exterior, como Stanford, Miami e Columbia, nos Estados Unidos; Universidad Nacional de Colombia e Pontificia Unviversidad, em Bogotá, e na Universidade Agostinho Neto, em Angola. Pioneiro nos estudos de história oral no Brasil, foi um dos idealizadores da Associação Brasileira e História Oral (ABHO). Desde a fundação (1991) é coordenador do Núcleo de Estudos em História Oral da USP (NEHO-USP), onde orientou mais de 50 dissertações e teses no campo da oralidade. Preocupado em inscrever aspectos da oralidade nos estudos em geral, tem se dedicado à história pública e principalmente à história oral aplicada. Tem várias publicações, tais como A colônia brasilianista (Nova Stella, 1991); Manual de história oral (Loyola, 5ª edição); Cinderela Negra: a saga de Carolina Maria de Jesus (EdUFRJ, 1994); Brasil fora de si (Parábola Editorial, 2004); pela Contexto, História oral como fazer, como pensar (2007), Guia prático de história oral (2011); Memória e narrativa: história oral aplicada (2020); Silvio Tendler: catálogo indisciplinado (Lacre, 2020) e Conversa de dois Josés: José Mindlin e José Carlos Sebe Bom Meihy (Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2021). Atualmente desenvolve estudos sobre “sonhos de mulheres migrantes analfabetas na Baixada Fluminense”.

CV: http://lattes.cnpq.br/3780584722303552
Contato: jcarlosbm@hotmail.com  

 

BANCADA

Profa. Dra. AMAYA O. M. A. PRADO
Universidade Federal do Mato Grosso do Sul

 

Amaya Obata Mourinho de Almeida Prado possui graduação em Letras (UNESP-1993), mestrado pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS-2007) e doutorado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (2016). É professora efetiva da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Campus de Três Lagoas, MS. Atua nas áreas de Literatura Brasileira, Literatura infanto-juvenil e Literaturas de Língua Espanhola. Integra a equipe de pesquisa do Observatório Lobato.

Prof. Dr. GILDO MAGALHÃES
Universidade de São Paulo

 

Gildo Magalhães dos Santos FilhoPossui graduação em Engenharia Eletrônica pela Escola Politécnica (1972), com doutorado em História Social (1994) e livre-docência em História da Ciência (2005), ambos pela FFLCH da Universidade de São Paulo. Foi bolsista das Fundações Krupp e Alexander von Humboldt (Alemanha) em 1983-84, Resident Scholar do Instituto Smithsonian (Washington, EUA) em 2003 e Fellow da Chemical Heritage Foundation (Atual Science History Ipstitute, Filadélfia, EUA) em 2013. Membro do Centro de Filosofia das Ciências da Universidade de Lisboa desde 2004 e Professor Colaborador do ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa desde 2014. A partir de 2016 tornou-se Professor Titular do Departamento de História da FFLCH/USP. É líder do Grupo de Pesquisa Khronos do Instituto de Estudos Avançados da USP e diretor do Centro Interunidades de História da Ciência da USP, onde edita a revista Khronos. Coordenou projeto temático da FAPESP sobre a história da eletrificação paulista e dirige projeto de cooperação internacional entre a FAPESP e a Fundação para a América Latina da Baviera (BAYLAT). Dedica-se à pesquisa em história da ciência e da tecnologia, com destaque para temas sobre o Brasil, epistemologia, divulgação científica, história da política científico-tecnológica.

CV: http://lattes.cnpq.br/4155366726826551

Contato: gildomssantos@hotmail.com

Prof. Dr. JOHN MILTON

Universidade de São Paulo

                                                       

John Milton é Professor Titular do Departamento de Letras Modernas da FFLCH-USP desde 2012, atuando na área de Estudos da Tradução. Completou sua Livre Docência em 1999. Foi coordenador dos cursos de Mestrado e Doutorado do Programa de Pós-Graduação em Estudos da Tradução (TRADUSP-FFLCH-USP) de 2002 a 2015. É autor e tradutor de vários títulos. Publicou, em 2019, Um país se faz com tradutores e traduções:            A importância da tradução e da adaptação na obra de Monteiro Lobato (Editora Martins Fontes – selo Martins). Tem graduação em Literatura Inglesa e Espanhol pela Universidade de Wales (Swansea, 1978); mestrado em Linguística Aplicada pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP, 1986) e doutorado em Literatura Inglesa pela Universidade de São Paulo (USP-1990). Pesquisa, na área de tradução literária, a sociologia e a história da tradução no Brasil, bem como tradução e adaptação. Coordena o grupo de pesquisa Observatório Lobato e integra a equipe de pesquisa. 

CV: http://lattes.cnpq.br/5756833764522214

Contato: jmilton60@yahoo.com

Prof. Dr. JOSÉ WELLINGTON DE SOUZA

Universidade de Taubaté

                                              

 

José Wellington de Souza é graduado em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Juiz de Fora (2006); mestre em Ciência da Religião pelo PPCIR da mesma instituição (2010), com desenvolvimento de trabalho etnográfico sobre catolicismo rural e desagregação social, e doutor em Ciências Sociais pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais também da mesma instituição, trabalhando com sociologia da cultura, pensamento social brasileiro e sociologia dos intelectuais, com tese sobre “raça” e “eugenia” na obra de Monteiro Lobato (2017). Atualmente, é professor colaborador no Programa de Pós-Graduação da Universidade de Taubaté. Integra a equipe de pesquisa do Observatório Lobato.

CV: http://lattes.cnpq.br/3497657397208057

Contato: josewcso@gmail.com

 

Profa. Dra. VANETE SANTANA-DEZMANN

Volkshochschule-Neuss

                                         

 

Vanete Santana-Dezmann é professora, pesquisadora e tradutora. É corresponsável pelas Jornadas Monteiro Lobato e Encontros com Lobato e autora de vários livros e artigos. Tem pós-doutorado em Estudos da Tradução (USP), com estágio de pesquisa no Goethe-Museum de Düsseldorf; doutorado em Teorias de Tradução (UNICAMP), com estágio de pesquisa na Universidade Livre de Berlim, e mestrado na mesma área (UNICAMP). Graduou-se em Letras na UNICAMP. Como professora de Tradução na Universidade de Mainz, na Alemanha (de 2018 a 2022), desenvolveu o projeto de tradução do livro Reinações de Narizinho, de Monteiro Lobato, para a língua alemã. É professora de Língua Portuguesa e Cultura Brasileira na Volkshochschule-Neuss, onde também desenvolveu projetos culturais voltados para crianças com ascendência brasileira. Dentre suas publicações, destaca-se Entre metafísica, distopia e mecenato (2021), uma análise do romance O Choque das Raças ou o Presidente Negro, pela editora Os Caipiras. Coordena o grupo de pesquisa Observatório Lobato e integra a equipe de pesquisa.
CV: http://lattes.cnpq.br/9397364746187279

Contato: vanetedezmann@gmail.com

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